A fazenda São José do Ribeirão e Magé, para que possamos nos localizar geograficamente, ia, na frente, da Manga Larga até o Castelo e ultrapassava os morros detrás, chegando ate Pedro do Rio. Itaipava, naquele tempo, digo, nos idos de 1926, era freqüentada por pouquíssimos veranistas que, impulsionados pelo prazer de passar o verão em clima mais fresco, enfrentavam uma longa e complicada viagem. Primeiro atravessavase a baía, partindo da Praça XV até o Porto Mauá, ainda na baixada. Dali pegava-se o trem que vinha vagarosamente vencendo a serra. A estação de Itaipava ficava na altura onde hoje passa o viaduto em frente à Saison.

 

 
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